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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Aliados pressionam Temer a desalojar PSDB dos ministérios antes que o partido desembarque

Aliados pressionam Temer a desalojar PSDB dos ministérios antes que o partido desembarque

POR PAINEL
Sai na frente A derrota da reforma trabalhista em comissão do Senado azedou de vez a relação entre a base de Temer e o PSDB. Siglas que apoiam o Planalto pressionam o presidente a desalojar os tucanos dos ministérios antes que eles deixem formalmente a base aliada.
Ame quem te ama Esses partidos argumentam que o rompimento do PSDB é apenas uma questão de tempo. Dizem que, se antecipasse o gesto, Temer poderia privilegiar com mais cargos no governo siglas que vão atuar para barrar a denúncia de Rodrigo Janot na Câmara.
Tá vendo? O voto do senador Eduardo Amorim (PSDB-SE) contra a nova legislação trabalhista é apontado por esses partidos como a prova de que os tucanos mentem ao dizer que manteriam o apoio às reformas mesmo deixando a base.
Pago para ver Integrantes do PSDB reconhecem que o clima é de desconfiança, mas avisam que, se esticarem demais a corda, os tucanos não pensarão duas vezes em deixar os ministérios, mesmo que seja um voo solo.
Água na fervura O ministro Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) decidiu pedir calma. “Não podemos perder o foco. A meta é aprovar a reforma trabalhista e a da Previdência. Até lá, não devemos empurrar ninguém”, disse.
Seguro desemprego O governo já mapeou os indicados de Eduardo Amorim que estão em postos da administração federal em Sergipe. Quando chegar ao Brasil, Temer decidirá se vai retaliar o voto contra a reforma.
Leia a íntegra da coluna aqui.
copiado http://painel.blogfolha.uol.com.br/2017/06/23/

Planalto mapeia cargos de PSDB e PSD e mira senadores que votaram contra reforma trabalhista

Planalto mapeia cargos de PSDB e PSD e mira senadores que votaram contra reforma trabalhista

POR PAINEL
Lei do retorno A demissão de dois apadrinhados do senador Hélio José (PMDB-DF) foi apenas o primeiro tiro de advertência lançado pelo governo para sua base, após derrota da reforma trabalhista em comissão do Senado. Nesta quarta (21), o Planalto começou a mapear outros cargos ocupados por indicados do peemedebista e também pelo PSDB e PSD, num aviso de que os votos contrários às novas regras dados por Eduardo Amorim (PSDB-SE) e Otto Alencar (PSD-BA) também serão retaliados.
Vai custar caro O governo está disposto a fazer das represálias à derrota da reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais um caso exemplar. Avisa que novos cortes podem ser feitos a depender do comportamento da base na Comissão de Constituição e Justiça e no plenário.
Toma lá, dá cá Deputados que votaram e fizeram campanha para aprovar a reforma na Câmara foram ao gabinete do ministro Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) cobrar “pulso firme” do Planalto em relação aos traidores do Senado.
Até logo Os ataques de Hélio José (PMDB-DF) ao governo depois da demissão de seus afilhados irritaram o Planalto. Houve quem defendesse sua expulsão do PMDB. A direção da sigla não quer, ainda, entrar nessa discussão.
Vem todo mundo O PMDB monitora o comportamento do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO). Contrário à reforma, ele tem articulado o que chama de “manifesto suprapartidário dos parlamentes nem-nem”: nem Michel Temer, nem Lula.
Faroeste caboclo Aliados do presidente Michel Temer defendem que ele anuncie o substituto de Rodrigo Janot na PGR assim que receber o resultado da eleição interna, dia 27 de junho. Acham que o movimento pode desviar as atenções e enfraquecer o atual procurador-geral.
Vira o jogo Em busca de uma agenda positiva, o Planalto anuncia nesta quinta (22) o empresário Jorge Gerdau e a ex-ministra de Indústria Dorothea Werneck como membros do Conselho Nacional para a Desburocratização — Brasil Eficiente.
Time Eliseu Padilha (Casa Civil) coordena os trabalhos do conselho. Juliana Nolasco, gerente de relações governamentais do Google, também estará no colegiado.
Na ponta do lápis A Petrobras levantou o histórico de sua negociação com a JBS para o fornecimento de gás a uma empresa do grupo. Joesley Batista disse que pagou a Rodrigo Rocha Loures para que o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) pressionasse a estatal.
Bem que se quis No levantamento, a Petrobras diz que a demanda de Joesley foi rejeitada por estar abaixo de sua política de preços e que fez um contrato de curto prazo com o grupo do empresário — a um custo bem maior do que ele havia solicitado.
Estica e puxa Dirigentes de partidos querem ampliar para R$ 4 bilhões o valor do fundo a ser criado para o financiamento de campanhas em 2018. O valor discutido hoje é de R$ 3,5 bilhões.
Fatiada A negociação que avança no Congresso prevê, além da nova fonte de recursos, fim das coligações proporcionais a partir de 2020 e a aplicação gradual da cláusula de barreira, de 2018 a 2026.
Sem claque A comitiva de Michel Temer se assustou ao chegar ao hotel em Moscou e se deparar com uma legião de jovens em frente ao prédio. Mas o peemedebista não era o foco das atenções. O grupo aguardava Cristiano Ronaldo, que tinha jogo e se hospedou no local.
Visita à Folha Laurent Bili, embaixador da França no Brasil, visitou a Folha nesta quarta-feira (21). Estava acompanhado de Brieuc Pont, cônsul-geral da França em São Paulo, e Elaine Caetano, adida de imprensa.

TIROTEIO
O PSDB sempre foi protagonista. Se quiser continuar com o papel principal, não pode se pautar por Janot, Joesley ou Funaro.
DO DEPUTADO MARCUS PESTANA (PSDB-MG), criticando a ala tucana que defende o desembarque do governo Michel Temer em meio à crise política.

CONTRAPONTO
Brincadeira tem hora
Líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR) chegou à Comissão de Assuntos Sociais, na manhã de terça-feira (20), queixando-se de dores na região lombar. Ao final, derrotado na votação da reforma trabalhista, ainda teve que administrar piadas dos colegas.
— Jucá me confessou que está com lombalgia e eu vou dizer: é de tanto esforço para empurrar essa carreta sem roda, que é o governo Temer, no lamaçal da corrupção — disse Otto Alencar (PSD-BA), que é ortopedista.
Marta Suplicy (PMDB-SP), que presidia a sessão, salvou o líder governista com uma intervenção:
— Senador, o assunto aqui é bastante sério…
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Supremo debate acordo da JBS Brecha no STF pode permitir anular a delação na sentença e anima políticos Análise: Nem todo ministro quis se comprometer 100% com delação Reinaldo Azevedo: STF pode virar capacho do Ministério Público

FOTO RETRATA OS QUE OS POLÍTICOS ACHA QUE SOMOS. TODOS NÓS SABEMOS QUAIS OS QUE FAZEM PALHAÇADAS

Supremo debate acordo da JBSBrecha no STF pode permitir anular a delação na sentença e anima políticos




  • Análise: Nem todo ministro quis se comprometer 100% com delação
  • Reinaldo Azevedo: STF pode virar capacho do Ministério Público
    POR PAINEL
    Quem ri por último A recepção calorosa dos políticos ao desenrolar do julgamento sobre a validade da colaboração da JBS recomenda uma leitura mais atenta dos votos de cada ministro. Deputados, senadores e integrantes do governo não esboçaram preocupação com o placar de aparente derrota por sete a zero no STF. As nuances expostas no debate sobre a viabilidade de uma ampla revisão das colaborações no momento da sentença mostram que a decisão sobre o futuro das delações está em aberto.
    Olhai além Nas contas de um integrante do Supremo que analisou o teor das manifestações de seus colegas, hoje são cinco votos a três contra a possibilidade de, ao fim de um processo, um acordo de delação ser alterado ou ser até mesmo anulado por sentença do plenário do STF.
    Nebuloso O voto de Alexandre de Moraes — que aparentemente acompanhou o relator da Lava Jato, Edson Fachin — foi visto como contraditório. Quem defende que não haja espaço para revogar acordos encontrou brechas na fala do ministro.
    Deu ruim A denúncia que Rodrigo Janot vai apresentar contra o presidente Michel Temer deve ter impacto direto no processo que o peemedebista tenta mover contra Joesley Batista por calúnia.
    Univitelinos Como Janot deve tachar Temer de “chefe de organização criminosa”, mesmo termo usado pelo empresário, a ação do presidente contra o dono da JBS, já rejeitada na primeira instância, perde ainda mais força.

    Cadeira elétrica Presidente em exercício com a viagem de Temer ao exterior, Rodrigo Maia (DEM-RJ) adotou a discrição como mantra no Planalto. Só despacha no sofá. Nunca usa a poltrona ou a mesa do peemedebista.
    Ponto de vista Apesar do impasse sobre preservação ambiental, aliados de Temer ressaltaram que empresários noruegueses prometeram novos investimentos no Brasil. Os estrangeiros, contudo, pediram regras mais simples, especialmente de tributação.
    Sai na frente A derrota da reforma trabalhista em comissão do Senado azedou de vez a relação entre a base de Temer e o PSDB. Siglas que apoiam o Planalto pressionam o presidente a desalojar os tucanos dos ministérios antes que eles deixem formalmente a base aliada.
    Ame quem te ama Esses partidos argumentam que o rompimento do PSDB é apenas uma questão de tempo. Dizem que, se antecipasse o gesto, Temer poderia privilegiar com mais cargos no governo siglas que vão atuar para barrar a denúncia de Rodrigo Janot na Câmara.
    Tá vendo? O voto do senador Eduardo Amorim (PSDB-SE) contra a nova legislação trabalhista é apontado por esses partidos como a prova de que os tucanos mentem ao dizer que manteriam o apoio às reformas mesmo deixando a base.
    Pago para ver Integrantes do PSDB reconhecem que o clima é de desconfiança, mas avisam que, se esticarem demais a corda, os tucanos não pensarão duas vezes em deixar os ministérios, mesmo que seja um voo solo.
    Água na fervura O ministro Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) decidiu pedir calma. “Não podemos perder o foco. A meta é aprovar a reforma trabalhista e a da Previdência. Até lá, não devemos empurrar ninguém”, disse.
    Seguro desemprego O governo já mapeou os indicados de Eduardo Amorim que estão em postos da administração federal em Sergipe. Quando chegar ao Brasil, Temer decidirá se vai retaliar o voto contra a reforma.
    Blindada Diante das especulações de que pode ser substituída na chefia da AGU, Grace Mendonça costuma dizer que, sempre que fala com Temer, ele reitera ter plena confiança nela.

    TIROTEIO
    Impressionante! Setores do PT acham normal reuniões com Sarney e com o PMDB, mas se escandalizam quando vemos Boulos e PSOL.
    DO SENADOR LINDBERGH FARIAS (PT-RJ), sobre o ex-presidente Lula ter relatado contrariedade com a reunião de petistas com integrantes do PSOL e do MTST.

    CONTRAPONTO 
    Dois é demais!
    Na manhã desta quarta-feira (21), o prefeito João Doria participou do anúncio de uma parceria com empresários italianos para recuperar praças em São Paulo. Durante o lançamento do projeto de revitalização, o cônsul da Itália, Michele Pala, contou para Doria que o prefeito de Gênova tem o mesmo sobrenome que o dele.
    Munido, o prefeito de São Paulo não perdeu a chance de provocar seu vice, Bruno Covas:
    — Se com um Doria, você já perdeu 12 quilos, imagina com dois, hein, Bruno? Você iria desaparecer!
    Rindo, o vice-prefeito respondeu:
    — Com dois seria uma hecatombe nuclear!

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Apostando na instabilidade – o “Recall” O Brasil tem uma tradição política com forte componente de desrespeito à vontade popular. A esmagadora maioria de seus políticos e partidos não tem muito apreço pela democracia...... FOTO RETRATA OS QUE OS POLÍTICOS ACHA QUE SOMOS. TODOS NÓS SABEMOS QUAIS OS QUE FAZEM PALHAÇADAS.


Apostando na instabilidade – o “Recall”

O Brasil tem uma tradição política com forte componente de desrespeito à vontade popular. A esmagadora maioria de seus políticos e partidos não tem muito apreço pela democracia.
O golpe de Vargas em 1930; o suicídio de Vargas e o movimento para impedir a posse de JK na década de 50; o golpe militar de 1964; os impeachments dos presidentes Collor, na década de 90, e Dilma, em 2016; são exemplos eloquentes.
Agora, a CCJ do Senado decidiu apostar na instabilidade ao aprovar o “recall”. No Brasil, um presidente é eleito em dois turnos e com mais de 50% dos votos. Mesmo assim, devido a sua legislação eleitoral, ele governa em minoria e à custa de composições.
Senadores querem que uma minoria de 10% de eleitores possa pedir a revogação de um mandato presidencial. Pobre do Brasil e dos brasileiros. A intenção pode ser boa e aparentemente “moderna”, mas vai levar a política nacional para o inferno. Pois as coisas sempre podem piorar.
Presidentes terão de comprar deputados e senadores para se manter no poder. Os derrotados terão uma espada permanente contra o pescoço dos vitoriosos. Será um saque permanente.
Diante de uma crise econômica, um governo vai ter que enfrentar seus efeitos, corrigir seus próprios erros e lutar para não ser deposto. Ele não poderá concentrar seus esforços, terá que dividir suas forças em dois campos de batalha.
Os políticos querem fazer bonitinho à custa da sobrevivência.


COPIADO //osdivergentes.com.br

STF isola Gilmar no jogo para melar delações e barrar Lava Jato

STF isola Gilmar no jogo para melar delações e barrar Lava Jato


Ministro do STF, Gilmar Mendes e o Procurador-geral da República, Rodrigo Janot
Ministro do STF, Gilmar Mendes e o Procurador-geral da República, Rodrigo Janot
Aos poucos as cartas vão sendo abertas no Supremo Tribunal Federal no julgamento sobre o que vale ou não vale nas tais delações premiadas. O primeiro tiro partiu de Gilmar Mendes.
Dando sequência a cruzada de sempre, Gilmar tenta inverter o jogo e pôr o Ministério Público no banco dos réus. Ele acusa os procuradores de legislar criando punições e benefícios legais não previstos em lei. Rodrigo Janot esperava o ataque e fez uma defesa preventiva. Disse, por exemplo, que estava se tentando contra as delações um salto triplo mortal de costas.
Gilmar Mendes pegou pesado, fez acusações, enfim, marcou posição. Sabe, como aqui antecipou Helena Chagas, não ter maioria para vencer a batalha. Atirou e saiu de cena. Sem ele no plenário, seus colegas, o decano Celso de Mello à frente, baixaram a sua bola.
A divergência virou uma platitude. Alexandre de Moraes, por exemplo, defendeu que, quando no julgamento do que for apurado com as revelações dos delatores, os juízes do Supremo avaliem a consistência e a validade das provas. Evidente que ninguém pode ser julgado a partir de provas inconsistentes e/ou inválidas.
Apenas dois votos foram formalizados, o do relator Edson Fachin e o do próprio Alexandre de Moraes, nessa quarta-feira (21). Ambos favoráveis a que tudo continue como está e a Lava Jato e outras investigações, baseadas em delações premiadas, sigam adiante. A tendência é que isso seja confirmado nessa quinta-feira pelo plenário por ampla maioria.
Muito do sucesso da Lava Jato se deve a sua capacidade de sobreviver aos ataques que desde seu início é alvo nas mais variadas frentes. Quem não se conforma com isso bola ataques com maior potencial de fogo.
Até aqui nada afetou o trabalho da Força Tarefa do Ministério Público e Polícia Federal sob o comando do juiz Sérgio Moro. Tomara que continue assim.
A conferir.
COPIADO //osdivergentes.com.br

O governo dança na beira do precipício " A decisão do governo do presidente Michel Temer de retaliar nos partidos da base aqueles que votaram no Senado contra a reforma trabalhista parece conter um risco parecido com o assumido pelo treinador da piada. Se não deu o passo à frente, o governo no mínimo opta por um perigoso bailado à beira do precipício."


O governo dança na beira do precipício


Senador Hélio José.
Há uma piada no mundo esportivo, geralmente atribuída a um treinador português. Diante do fato de que seu time estava em péssima situação no campeonato, prestes a ser rebaixado, ele resolve optar por uma tática arriscadíssima para tentar reverter a situação. Questionado sobre a adoção da tática, ele responde: “Estamos à beira do precipício. Resolvemos dar um passo à frente”.


A decisão do governo do presidente Michel Temer de retaliar nos partidos da base aqueles que votaram no Senado contra a reforma trabalhista parece conter um risco parecido com o assumido pelo treinador da piada. Se não deu o passo à frente, o governo no mínimo opta por um perigoso bailado à beira do precipício.
A decisão contrária no Senado à reforma trabalhista mostra o tamanho do rolo vivido no momento pelo presidente que sucedeu Dilma Rousseff. Acossado pela enxurrada de denúncias, depois da pancada que levou da Polícia Federal, órgão subordinado ao Ministério da Justiça, que diz ter encontrado evidências “com vigor” de que cometeu crime de corrupção passiva, Temer, pela demonstração do Senado, vê fortemente diminuídas as condições políticas de aprovar os pontos polêmicos da sua reforma. A decisão de retaliar os traidores é uma reação forte. Mas daquelas em que se pode dizer que a dose excessiva do remédio pode matar o paciente.
O alvo maior da ira de Temer são os traidores do PSDB. Mas os tucanos são justamente aqueles que, da sua habitual posição no muro, não sabem muito bem agora se ficam ou se saem do governo. Como reagirão a um processo forte de retaliação? Aceitarão o puxão de orelha ou reagirão a ele? Especialmente se no curso das investigações aparecerem novas evidências dessas que a Polícia Federal classificam como “com vigor”?
Mesmo fora do PSDB, possibilidades de retaliação podem gerar efeito contrário. O senador Hélio José (PMDB-DF) já começou a reclamar fortemente da decisão do governo de retirar cargos de indicados por ele. Temer precisará de votos. Não apenas para aprovar suas reformas. Se houver a abertura de um processo na Justiça contra ele, precisará de aprovação da Câmara. Além disso, há os pedidos de impeachment contra o presidente.
Neste momento, o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) articula a formação de um grupo que vem sendo chamado de “nem-nem” (nem Dilma nem Temer). Tal grupo poderia vir a fazer, diz hoje o Painel da Folha de S. Paulo, um manifesto suprapartidário contra as reformas.
Fica o bailado de Temer à beira do precipício. Se nada fizer de mais forte, pode, pela frouxidão, ver sua base animar-se a votar contra. Se optar por uma reação cuja dose seja mais forte que o recomendável, pode ver sua base debandar da mesma forma. São as agruras de um governo pelo menos momentaneamente enfraquecido…

COPIADO //osdivergentes.com.br

Comissão do orçamento divulga calendário para votar LDO 2018 antes do recesso de julho (kkkk Mostrando que Sr. Renan não mada sozinho) .Planalto e aliados impõem nomes para a Comissão Mista de Orçamento contra a vontade de Renan

Planalto e aliados impõem nomes para a Comissão Mista de Orçamento contra a vontade de Renan

Leia  Presidente da Comissão de Orçamento indica deputado Marcus Pestana para relatoria da LDO

Comissão do orçamento divulga calendário para votar LDO 2018 antes do recesso de julho


Marcos Oliveira/Agência Senado
Presidente da CMO, Dário Berger conduz reunião do colegiado
A Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO) divulgou nesta quinta-feira (22) novo calendário para apreciação do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2018. A intenção dos parlamentares é votar o relatório final sobre a peça orçamentária no dia 13 de julho, poucos dias antes do início do recesso parlamentar, que ocorre anualmente de 18 a 31 de julho. O presidente da CMO é o senador Dário Berger (PMDB-SC).
O novo calendário altera o calendário anterior, divulgado pelo relator da LDO 2018, deputado Marcus Pestana (PSDB-MG), no início da semana e que previa a votação da LDO somente em agosto.
Na terça-feira (27), a partir das 14h, a CMO promove audiência pública para ouvir o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira sobre o projeto da LDO 2018. No mesmo dia, o relator deve apresentar seu relatório preliminar e, após a audiência, a comissão promove reunião para eleger os três vice-presidentes e indicar os relatores setoriais da Lei Orçamentária Anual (LOA), além de analisar correção de erros na lei orçamentária deste ano.
De acordo com o artigo 84 da Resolução 1/2006-CN, o ministro do Planejamento tem de comparecer anualmente ao Congresso para prestar esclarecimentos sobre a LDO antes da apresentação do relatório preliminar sobre a peça orçamentária. Durante a audiência pública, devem ser abordadas questões como prioridades para o próximo ano; metas para receita e despesa, resultado primário e nominal; montante da dívida pública; critérios para distribuição de recursos e outros.
Ainda de acordo com o novo calendário, a CMO deve votar o relatório preliminar e suas emendas no dia 29 de junho. Deputados e senadores terão de 30 de junho a 5 de julho para apresentar emendas ao projeto da LDO 2018. O relatório final de Marcus Pestana será publicado no dia 10 de julho e a votação da LDO e suas emendas deve ocorrer na CMO no dia 13 de julho. No dia seguinte, a proposta será encaminhada para a Mesa do Congresso Nacional, que agendará sessão para votação final da LDO 2018.
A LDO para 2018 (PLN 1/2017) traz como meta de resultado primário de 2018 para o setor público consolidado um déficit de R$ 131,3 bilhões (1,8% do produto interno bruto – PIB). Esse montante, que é a diferença entre receitas e despesas primárias, reúne os déficits de R$ 129 bilhões da União (Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social) e de R$ 3,5 bilhões das estatais (exceto as empresas dos grupos Petrobras e Eletrobrás) e o superávit de R$ 1,2 bilhão dos estados, Distrito Federal e municípios.
Já o déficit nominal do governo federal, que inclui o pagamento de juros da dívida, previsto para 2018 é de R$ 421,9 bilhões (5,82% do PIB).
O projeto prevê ainda reajuste do salário mínimo, em 2018, de R$ 937 para R$ 979. Como o PIB de 2016 não apresentou crescimento real, o salário deve ter apenas o reajuste correspondente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2017, estimado em 4,48%. Há ainda a previsão de um crescimento real do PIB de 2,5% para o ano que vem, taxa Selic em 9%, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado de 4,5% no ano e dólar a R$ 3,40 no fim do período.
copiado http://congressoemfoco.uol.com.br/